O BASTÃO DA JUSTIÇA
Tu puseste em nossas mãos o bastão da Justiça,
E concedeste-nos o direito de castigar, ó Senhor!
Esta grande honra, esta árdua tarefa,
Humildemente, com a cabeça inclinada,
A aceito de ti!
Ao levar a cabo a minha tarefa não tenho medo algum.
Onde esquecer é uma fraqueza, uma cobardia,
Possa eu cumprir, ó Terrível!, o teu mandato,
E que a verdade surja da minha boca como uma espada resplandecente.
Sentado no teu trono da Justiça,
Que eu seja capaz de manter imaculada a tua honra.
O que se confunde,
E o que docilmente sofre...
Que o teu desprezo os abrase como à erva seca.
(Tagore)
10 Comments:
olá, está lá uma coisa nova minha, naquele sítio.
olha que engraçado:
http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1272644&idCanal=1031
Lá, aonde? Não entendi...
... procura "belo monstro"...
Afinal,tu é que me saiste um "BElo monstro"!... Agora,JC, fico à espera que me envies um e-mail, porque vi alguns, mas não sei se os usas...
Vou procurar um poema para ti... Espero que gostes.
Apenas hoje encontrei o triplov, a verdadeira importância da tua "ribeira", da "velhinha dos olhos azuis", da "geometria variável", etc., etc.... Mas eu já pressentia tudo isso, apesar do teu discurso fraccionado.
Olha, aquela imagem por satélite em "Belo Monstro" data de 04/8/05. Arouca está bem visível...
olá. Hoje tenho muitas voltas a dar, mas mando-te um email à noite.
giro:
http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=6&id_news=72598
agora estou a ver o jogo e depois tenho reunião, tinha-me esquecido, fica para amanhã, boa noite
Py, não te preocupes com isso.
Estou cá em cima, outra vez.
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